Na primeira parte dessa matéria você conheceu diversas gírias que para quem não conhece parecem bizarras, mas ainda temos mais alguns estados brasileiros para visitar, cada um com suas próprias falas.
E vale lembrar que assim como na primeira parte não é só porque uma gíria está ligada a um estado que os outros não usam, muitas delas já se espalharam por outros estados, por isso é capaz de você conhecer elas sem nunca ter estado naquele lugar em particular.
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| Foto de Daniel Milano na Unsplash |
No Mato Grosso "abana mão" significa cumprimentar alguém, "atarracar" alguém é dar um abraço, "até na oreia" é quando algo está cheio demais, "berrano" é gritando, um "bocó de fivela" é uma pessoa idiota, um "catcho" é uma paquera. o "canhaém" é o latido dos cachorros, um "caínha" é alguém que não gosta de gastar dinheiro, de "jápa" é algo que é de graça, "digoreste" é algo bom, "moage" é frescura e uma "espinhela caída" é dor nas costas.
Estar "jururu" é estar triste, "levar os cornos" é complicar tudo, "malemá" é mais ou menos, um "oreia" é uma pessoa burra, "podre de chique" é algo muito bonito ou caro, uma "xispada" é mandar alguém embora e "tchá mãe" é um xingamento.
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| Foto de Azzedine Rouichi na Unsplash |
Já no Mato Grosso do Sul as gírias podem muitas vezes ser as mesmas do Mato Grosso, mas eles ainda tem outras, como: "prosear" é conversar, "dar um pião" é sair pra passear, "morgar" é ter preguiça, uma "barca" é um carro, uma "berma" é uma bermuda, uma "cerva" é uma cerveja, "gruta" é como eles se referem as casas ou moradias, uma "peita" é uma camiseta, um "jow" é um amigo ou conhecido, "manjar" algo é entender, uma "treta" é uma briga ou discussão, um "veio" mais uma vez é um amigo, "xexar" é pegar ou roubar algo e "para de mular" é perturbar alguém.











